No início eram apenas músicos que tocavam junto. Não eram conhecidos por nenhum nome, tocavam sempre, e quase que exclusivamente, no mesmo bar. Diferentes formações e vários componentes passaram pelo embrião do que viria a ser a Insônica.
Desde sempre no rolo, só o baixista Vinícius Colla. Último a entrar, George Nahssen substituiu o antigo guitarrista.
Era julho de 2003 e além deles Fábio Fleury (vocais) e Vinícius Leal (bateria) já completavam o time.
Agora como banda, e com o nome, abriram os horizontes e foram conquistando outras casas e outras platéias. De São Paulo e do interior.
Agenda cheia, de quatro, cinco, às vezes mais, shows por semana fez a Insônica conhecida por seu projeto cover rock-pop de bandas internacionais renomadas.
O Básico, All Black, OMalleys, KiaOra, London Station, Coppola, Corleonne, Dublin, Charles Edward, Old Vic, Córcorans, Na Mata. Bravíssimo (S.J.Rio Preto), Jack Pub (Baurú), On The Road (Baurú), W (Baurú), Muttley (Taubaté). Terraço Itália, Credicard Hall... A lista é grande.
Depois de alguns anos só no papel, em 2007, num novo passo em sua carreira, o grupo paulistano concluiu seu primeiro álbum, contendo músicas de composição própria.
O álbum foi lançado de forma independente e é o cartão de visitas para gravadoras, produtores, rádios, emissoras de TV e mídias de internet.
A sonoridade e a identidade das composições foi desenvolvida com muito cuidado e trabalho. O repertório um tanto ousado e sofisticado do trabalho cover serviu de referência e, até certo ponto, inspiração para chegarem ao resultado que se ouve no CD e nas apresentações dessas músicas ao vivo.
Hoje, dividindo o tempo entre ampliar o repertório cover e compor o que realmente sentem, continuam com a autenticidade e a honestidade de sempre. E com a experiência trazida pela estrada nestes anos de dedicação aos fãs e trabalho sério. |